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terça-feira, 30 de março de 2010

O que acontece quando se remove o cooler...

... com o computador em funcionamento. Demonstração feita em vários processadores.



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sábado, 13 de março de 2010

Clock

O Clock ou freqüência é medido em ciclos por segundos. A sua unidade é o MHz, por exemplo, 25 MHz significa 25 milhões de ciclos por segundo. Ele indica a velocidade em que o microprocessador executa as instruções básicas que executam os programas. 
As instruções podem ser simples ou complexas, levando mais ciclos ou menos ciclos para serem executadas, por isto o valor do clock não é constante, ou seja, um processador de 450 MHz não funciona sempre nesta velocidade para instruções diferentes. Os fabricantes colocam no mercado um determinado processador com um clock especifico e depois com o melhoramento tecnológico aumentam o clock interno deste processador, determinando assim uma "Família de Processadores", por exemplo, Pentium celeron 266 MHz, 300, 333 MHz, etc. 
Outro ponto muito importante é o clock externo do processador, pois é ele que define a velocidade do barramento externo de dados do microprocessador.








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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Cooler

http://mundodainformatica.files.wordpress.com/2009/04/cooler.jpg

Cooler é o nome dado ao conjunto de dissipação térmica instalada sobre o processador. O cooler é formado por dois dispositivos: um dissipador de calor, que é um pedaço de alumínio ou cobre recortado, e uma ventoinha, que é um pequeno ventilador colocado sobre o dissipador de calor.
O calor que o processador gera em operação deve ser dissipado para que o processador não queime. O calor em excesso pode derreter os circuitos do processador caso não exista um cooler instalado.


Qual cooler deve usar?

Com o rápido avanço dos processadores e grande variedade de modelos, existem muitos tipos de coolers no mercado.
Identifique o tipo de soquetes usado no seu computador e a velocidade do processador.
Os soquetes mais actuais são: 462, 754, 423, 478, 775, 939, AM2. Pode ser encontrado este número no soquete (suporte) do processador.
Existem muitas velocidades que podem ser encontradas gravadas no próprio processador.
Verifique tambem a marca do processador.

Cuidados: O acumúlo de poeira no cooler e nos ventiladores pode aumentar a temperatura do computador, causando falhas e desligamentos.
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sábado, 26 de dezembro de 2009

Memória cache secundária

A cache secundária (ou cache L2) serve para acelerar o desempenho do processador durante os seus acessos à memória. Se não fosse pela cache secundária, os processadores ficariam bastante lentos, podendo perder até 50% do seu desempenho. Todos os processadores modernos possuem no seu nterior, a cache secundária, além da cache primária (ou cache L1).
Os processadores mais antigos não possuem esta cache secundária embutida, portanto as suas motherboards possuem esta cache, formada por chips de memória SRAM (RAM estática). Neste caso, a cache L2 ou cache secundária, também é chamada de cache externa.



Motherboards para processadores Pentium II, Pentium III, Celeron, Pentium 4, Athlon, Duron e etc. que são modelos modernos, não possuem cache externa, já que esses processadores possuem cache L2 embutida. Related Posts with Thumbnails

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Registadores internos do processador

Para entender como um processador executa programas, precisamos de conhecer a sua arquitectura interna do ponto de vista do software. Dentro de um processador existem vários circuitos chamados de registadores. Os registradores funcionam como posições de memória, porém o seu acesso é extremamente rápido, muito mais veloz que o da cache L1. O número de bits dos registadores depende do processador:

- Processadores de 8 bits usam registadores de 8 bits
- Processadores de 16 bits usam registadores de 16 bits
- Processadores de 32 bits usam registadores de 32 bits
- Processadores de 64 bits usam registadores de 64 bits

Todos os registadores têm uma linguagem em códigos numéricos na memória. Cada código significa uma instrucção. Por exemplo, podemos ter uma instrucção para somar o valor de AX com o valor de BX e guardar o resultado em AX. As instrucções do processador que encontramos na memória são o que chamamos de linguagem de máquina.
Nenhum programador consegue criar programas complexos usando a linguagem de máquina, pois ela é formada por códigos numéricos. É verdade que alguns programadores conseguem fazer isso, mas não para programas muito longos, pois tornam-se difíceis de entender e de gerenciar.
Em vez disso, são utilizados códigos representados por siglas. As siglas são os nomes das instrucções, e os operandos dessas instrucções são os registadores, valores existentes na memória e valores constantes. Related Posts with Thumbnails

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Memória cache

Os processadores experimentaram, ao longo dos anos, grandes avanços na velocidade de processamento. O Pentium II de 300 MHz (processador que já raramente é utilizado), por exemplo, é mais de 1000 vezes mais veloz que o velho 8088 usado no IBM PC XT. As memórias também experimentaram avanços significativos, porém mais modestos.
O resultado disso é um grande desequilíbrio entre a velocidade do processador e a velocidade da memória.
Este problema é antigo, pois já ocorria com os computadores de grande porte durante os anos 60. Com os processadores, só passou a existir tal problema a partir de 1990, aproximadamente. Antes disso os processadores, sendo mais lentos, ficavam perfeitamente sintonizados com a velocidade das memórias. As memórias, mesmo sendo relativamente lentas, ainda eram capazes de entregar dados na velocidade exigida pelos processadores.



A memória RAM usada em larga escala nos PCs é chamada de DRAM (Dynamic RAM, ou RAM Dinâmica). Ten como principais características o preço relativamente baixo, grande capacidade num pequeno espaço e velocidade relativemente baixa.
O preço baixo e o alto grau de miniaturização fizeram com que a DRAM fosse o tipo de memória mais indicado para os microcomputadores. A sua baixa velocidade não chegava a ser um problema, pelo menos até 1990.

Existe um outro tipo de memória RAM que apresenta uma velocidade de operação muito mais alta. É chamada de SRAM (Static RAM, ou RAM Estática). As suas principais características são o preço elevado, grande capacidade mas requer um grande espaço e a alta velocidade.
Tecnicamente seria possível equipar um PC com memória SRAM, mas teríamos duas grandes desvantagens. Uma delas é o preço. A SRAM é cerca de 10 vezes mais cara que a DRAM da mesma capacidade. A outra
desvantagem é o seu baixo grau de compactação. Seriam necessárias placas de circuito enormes para dotar um PC com uma razoável quantidade de memória.


A solução utilizada pela indústria de PCs foi a mesma usada nos computadores de grande porte nos anos 60. Esta solução é a memória cache.
É formada por uma pequena quantidade de SRAM, usada para acelerar uma grande quantidade de DRAM. Quando o processador precisa ler dados da DRAM, estes são antes transferidos para a cache (isto não é feito pelo processador mas sim por um circuito especial chamado controlador de cache, que faz parte do chipset). O processador obtém os dados directamente da cache e enquanto esses dados estão a ser lidos, o controlador de cache antecipa-se e acessa mais dados da DRAM, transferindo-os para a memória cache. O resultado é que na maior parte do tempo, o processador encontra dentro da cache os dados que procura. Este processo funciona bem porque, mesmo com grandes quantidades de memória, um processador passa
bastante tempo utilizando trechos pequenos de memória. Por exemplo, ao executar um programa com o tamanho de 200 kB, todo ele cabe dentro de uma cache com apenas 256 kB. Ao executá-lo, os dados estariam praticamente o tempo todo a ser obtidos da rápida memória cache.

O primeiro processador a utilizar memória cache foi o 486. No seu interior existem 8 kB de memória estática super veloz que opera como cache. Este tipo de cache, localizada dentro do processador, é chamada de Cache interna, Cache primária ou Cache de nível 1 (L1).


Cache interna do 486

Apesar de ter apenas 8 kB, a cache interna do 486 podia acelerar consideravelmente o desempenho do acesso à memória. Os processadores 386 não tinham cache interna, e nem precisavam dela,
enquanto operavam com até 20 MHz. Com o lançamento de versões de 25, 33 e 40 MHz, o baixo desempenho da memória DRAM obrigou os fabricantes a acrescentarem memória cache. Esta cache não era localizada dentro do processador, como ocorria com o 486. Era formada por chips de
memória SRAM, e era chamada de Cache externa, Cache secundária ou Cache de nível 2 (L2). Related Posts with Thumbnails

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Processador (Definição e Velocidade)

O processador é um dos componentes mais importantes de um computador. Ele é o responsável por executar as instruções que formam os programas. Quanto mais rápido o processador executar essas instruções, mais rápida será a execução dos programas.
Exemplos de processadores: Pentium 4, Pentium III, Celeron, K6-2, Athlon e Duron.
Processador Celon



Velocidade do processador

A velocidade de um processador é medida em MHz (megahertz) ou em GHz (Gigahertz). Essas duas grandezas têm o seguinte significado:

1 MHz = 1 milhão de ciclos por segundo
1 GHz = 1000 MHz = 1 bilião de ciclos por segundo

O ciclo é a unidade mínima de tempo usada nas operações internas do processador. Os processadores fazem o seu trabalho baseado em ciclos, por exemplo, para efectuar uma operação matemática simples, um processador moderno demora um ciclo enquanto que em operações mais complicadas podem demorar dois ou mais ciclos. Por outro lado, os processadores actuais são capazes de executar duas ou mais operações ao mesmo tempo.

Pode-se dizer que quanto maior é o número de MHz, maior será o número de operações realizadas por segundo, ou seja, mais veloz será o processador.

A velocidade do processador, medida em MHz ou GHz, chama-se clock. Por exemplo, o processador Pentium III/900 tem clock de 900 MHz, o Athlon/1200 tem clock de 1200 MHz, ou 1.2 GHz, e assim por adiante. Related Posts with Thumbnails